NÃO DEIXEM PARA ÚTIMA HORA
FINAL DE SEMESTRE O PRAZO DE ENTREGA AUMENTA
3 DIAS A 1 SEMANA NO MÁXIMO...
VIA SEDEX 7 DIAS
DIVERSOS ASSUNTOS RELACIONADOS COM A DINÂMICA E PROBLEMÁTICA EVOLUÇÃO URBANA E OS MODELOS DE VIVER EM SOCIEDADE. INFRA ESTRUTURA URBANA... DIMINUIÇÃO DE DEJETOS E RESIDUOS NO MEIO AMBIENTE... E MAIS Veja também Diário de Toledo http://diariotoledo.blogspot.com
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
segunda-feira, 21 de maio de 2012
2013...PLANEJANDO O FUTURO DE SOROCABA
SUGESTÃO E
INICIATIVA DE PROJETOS
Gestão ano calendário 2.013 até
2.016
Nas Fotos acima encontra-se três áreas verdes de grande
extensão, entre os bairros vizinhos, Santa Barbara, Julio de Mesquita e Wanel
Ville , que deve ser aproveitado como áreas de lazer e práticas de esporte e
recreação.
tem mais...
Na Foto acima encontra-se áreas verdes de grande extensão, próximo
a escola Municipal Oswaldo Duarte Filho
no Wanel Ville 3, que dever ser aproveitado como área de lazer e práticas de
esporte e recreação, incluindo 3 pontes para pedestres e ciclistas, suspensas
sobre a nascente, mais iluminação, pista de caminhada de terra, quadra poli
esportiva, etc.
O bairro do Wanel Ville
necessita de mais vagas de creche e também escolas para crianças do ensino
fundamental ao médio e mais:
· Ampliação da iluminação pública na av. Elias
maluf (wanel 5);
· monitoramento das avenidas Elias Maluf e Av.
Paulo Emanuel de Almeida;
· ampliar o número de coletivos nos horários de ônibus, nas respectivas avenidas.
ÁREA VERDE DISPONIVEL A CRECHE WANEL VILLE AO LADO DO COND. TERRA NOVA
Projeto 2008 aguardando
execução...Sorocaba Total...
Foto Jd. Simus – Alameda dos cravos que até hoje esta
aguardando pavimentação asfáltica.
A
necessidade da pavimentação asfáltica se dá ao fato do número enorme de
veículos que trafegam pela av. Américo Figueiredo sentido av. General Carneiro
cerca de 60 mil veículos por dia e principalmente nas quartas-feiras quando
acontece a feira livre do jd. Simus,
contribuindo ainda mais com o trânsito.
MUITAS MELHORIAS VEREMOS NO WANEL VILLE SOROCABA
TOLEDO TRABALHANDO POR VC...
sábado, 28 de abril de 2012
serviços funerários - ATÉ pra MORRER esta mais difícil hoje em dia
TC determina paralisação do processo de concessão dos serviços funerários
A Funerária Mattioni Ltda., de Indaiatuba, entrou com representação contra a Prefeitura de Sorocaba
Notícia publicada na edição de 28/04/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 5 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
Samira Galli
samira.galli@jcruzeiro.com.br
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) determinou a paralisação da licitação de concessão de serviços funerários no município de Sorocaba. A abertura dos envelopes deveria ter sido realizada ontem, às 10h, mas, por causa da suspensão, determinada na última terça-feira, nenhuma empresa levou a proposta ao Paço Municipal. A Funerária Mattioni Ltda., de Indaiatuba, foi quem entrou com representação contra a Prefeitura, que tem até a próxima quarta-feira para apresentar alegações em defesa da continuidade do processo licitatório.
A representação aponta ao TCE irregularidades no edital da concorrência nº 34/11, do tipo menor valor do serviço público a ser prestado. Entre os nove pontos questionados pela Funerária Mattioni, um alega que, antes de lançar o edital, a Prefeitura não divulgou a justificativa da necessidade pública e social da licitação. Em resposta, o secretário municipal de Administração, Mario Pustiglione Filho, afirmou ontem, por telefone, que o ato de justificativa para expor a necessidade da licitação foi publicado no Diário Oficial de São Paulo um dia antes da publicação do edital, conforme noticiado na matéria "Prefeitura vai ampliar o serviço funerário", publicada no jornal Cruzeiro do Sul do dia 22 de março.
Na explicação, Pustiglione ressaltou que o prefeito Vitor Lippi (PSDB) usou dados e um relatório elaborado pela Associação Brasileira de Empresas e Diretores Funerários (Abredif) para chegar ao número máximo de 6 empresas, com permissão do poder público municipal para dividir o mercado durante os próximos cinco anos. De acordo com secretário, o relatório da Abredif determina que o número de funerárias por habitantes não pode ser superior a uma empresa para cada 100 mil habitantes, visando à garantia da qualidade final do serviço. Como é um serviço essencial, a Prefeitura justifica a necessidade da realização de uma licitação antes de interromper a prorrogação de contrato com as duas empresas que prestam o serviço atualmente.
Outro ponto abordado na representação é a falta de uma pesquisa de preços do mercado, e o questionamento da adoção da Tabela Brasileira de Valores de Funeral pela municipalidade, cuja utilização não é permitida - segundo confirmação do próprio conselheiro relator do Tribunal de Contas, Antonio Carlos dos Santos, que diz: "(...)a utilização da Tabela Brasileira de Valores de Funeral e outros Serviços foi censurada em recente decisão Plenária desta Corte, em 14/03/2012 (...)." De acordo com a representação, a falta desta pesquisa faz com que as licitantes não tenham estimativa para formulação do custo dos serviços que serão prestados. Sobre isso, Pustiglione afirma que a Prefeitura irá insistir na utilização da tabela de preço e entende que ela deve ser usada por ser um "critério de preço justo melhor que qualquer pesquisa de mercado."
A Funerária Mattioni questiona também os repasses mensais que deverão ser feitos ao poder público - hoje estabelecido em 5% sobre o valor da tabela -, considerando a exigência ilegal e abusiva, por desrespeitar o artigo 15, da lei 8.987/95, que prevê os critérios de julgamento de licitação.
Quanto à este ponto, o secretário afirma que a Prefeitura deixará de exigir o repasse no novo edital "como uma forma de garantir mais benefício para a população". "Já que não haverá o repasse, as empresas poderão oferecer um desconto maior ao consumidor", disse Pustiglione.
A representação também destaca a ausência de estudo de viabilidade técnica e econômica para a definição da contratação de seis empresas para a concessão dos serviços funerários, além de contestar o prazo de cinco anos de contrato licitatório. A representação diz ainda que o edital desrespeita a lei de licitações (Lei Federal nº 8.666/93) quando não traz um projeto básico dos serviços a serem prestados pela empresa vencedora. Em relação aos demais questionamentos da representação, o secretário afirma que os documentos estão sendo compilados e as respectivas as justificativas elaboradas para entregar ao TCE.
samira.galli@jcruzeiro.com.br
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) determinou a paralisação da licitação de concessão de serviços funerários no município de Sorocaba. A abertura dos envelopes deveria ter sido realizada ontem, às 10h, mas, por causa da suspensão, determinada na última terça-feira, nenhuma empresa levou a proposta ao Paço Municipal. A Funerária Mattioni Ltda., de Indaiatuba, foi quem entrou com representação contra a Prefeitura, que tem até a próxima quarta-feira para apresentar alegações em defesa da continuidade do processo licitatório.
A representação aponta ao TCE irregularidades no edital da concorrência nº 34/11, do tipo menor valor do serviço público a ser prestado. Entre os nove pontos questionados pela Funerária Mattioni, um alega que, antes de lançar o edital, a Prefeitura não divulgou a justificativa da necessidade pública e social da licitação. Em resposta, o secretário municipal de Administração, Mario Pustiglione Filho, afirmou ontem, por telefone, que o ato de justificativa para expor a necessidade da licitação foi publicado no Diário Oficial de São Paulo um dia antes da publicação do edital, conforme noticiado na matéria "Prefeitura vai ampliar o serviço funerário", publicada no jornal Cruzeiro do Sul do dia 22 de março.
Na explicação, Pustiglione ressaltou que o prefeito Vitor Lippi (PSDB) usou dados e um relatório elaborado pela Associação Brasileira de Empresas e Diretores Funerários (Abredif) para chegar ao número máximo de 6 empresas, com permissão do poder público municipal para dividir o mercado durante os próximos cinco anos. De acordo com secretário, o relatório da Abredif determina que o número de funerárias por habitantes não pode ser superior a uma empresa para cada 100 mil habitantes, visando à garantia da qualidade final do serviço. Como é um serviço essencial, a Prefeitura justifica a necessidade da realização de uma licitação antes de interromper a prorrogação de contrato com as duas empresas que prestam o serviço atualmente.
Outro ponto abordado na representação é a falta de uma pesquisa de preços do mercado, e o questionamento da adoção da Tabela Brasileira de Valores de Funeral pela municipalidade, cuja utilização não é permitida - segundo confirmação do próprio conselheiro relator do Tribunal de Contas, Antonio Carlos dos Santos, que diz: "(...)a utilização da Tabela Brasileira de Valores de Funeral e outros Serviços foi censurada em recente decisão Plenária desta Corte, em 14/03/2012 (...)." De acordo com a representação, a falta desta pesquisa faz com que as licitantes não tenham estimativa para formulação do custo dos serviços que serão prestados. Sobre isso, Pustiglione afirma que a Prefeitura irá insistir na utilização da tabela de preço e entende que ela deve ser usada por ser um "critério de preço justo melhor que qualquer pesquisa de mercado."
A Funerária Mattioni questiona também os repasses mensais que deverão ser feitos ao poder público - hoje estabelecido em 5% sobre o valor da tabela -, considerando a exigência ilegal e abusiva, por desrespeitar o artigo 15, da lei 8.987/95, que prevê os critérios de julgamento de licitação.
Quanto à este ponto, o secretário afirma que a Prefeitura deixará de exigir o repasse no novo edital "como uma forma de garantir mais benefício para a população". "Já que não haverá o repasse, as empresas poderão oferecer um desconto maior ao consumidor", disse Pustiglione.
A representação também destaca a ausência de estudo de viabilidade técnica e econômica para a definição da contratação de seis empresas para a concessão dos serviços funerários, além de contestar o prazo de cinco anos de contrato licitatório. A representação diz ainda que o edital desrespeita a lei de licitações (Lei Federal nº 8.666/93) quando não traz um projeto básico dos serviços a serem prestados pela empresa vencedora. Em relação aos demais questionamentos da representação, o secretário afirma que os documentos estão sendo compilados e as respectivas as justificativas elaboradas para entregar ao TCE.
segunda-feira, 5 de março de 2012
IBGE - SOROCABA
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
TRÂNSITO...CALOR....E TRÂNSITO
Hoje fim de tarde, trafegando pela General Osório, sentido minha casa, próximo a entrada para o Wanel ville, entre o Jd;. Esmeralda e os fundos do Ouro fino, um trânsito de dar dó das pessoas que ficavam em seus veículos imoveis, parados há espera de espaço para rodar, pois bem, carros aglutinados na Av. Paulo Emanuel de Almeida, sentido centro, saida do esmeralda super congestionado, um verdadeiro Horror !!, não é possível, não dá mais...é necessário uma reforma no estudo dos fluxos da mobilidade na cidade, sabendo que é sempre crescente...deve-se aprimorar o sistema coletivo a todo instante...METRO DE SUPERFICIE, PASSARELAS ROLANTES, ELEVADOS SOBRE AS AVENIDAS E MUITAS OUTRAS POSSIBILIDADES...FALTA VONTADE E INOVAÇÃO....
@J@ TOLEDO
@J@ TOLEDO
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